{"id":165,"date":"2025-05-06T13:57:59","date_gmt":"2025-05-06T18:57:59","guid":{"rendered":"https:\/\/academiaacreanadeletras.com.br\/?p=165"},"modified":"2025-05-07T15:44:18","modified_gmt":"2025-05-07T20:44:18","slug":"165","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/academiaacreanadeletras.com.br\/?p=165","title":{"rendered":"Adelino Cezar Fernandes de Oliveira"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"133\" height=\"228\" src=\"https:\/\/academiaacreanadeletras.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/foto_1_2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-166\" style=\"width:219px;height:auto\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Adelino Cezar Fernandes de Oliveira <\/strong>(conhecido por Cezar Negreiro) ingressou na Academia Acreana de Letras em 5 de novembro de 2022, atrav\u00e9s da Cadeira 37, que tem como patrono Osvaldo Cruz, membro fundador Herm\u00ednio Pessoa e antecessor Elzo Rodrigues da Silva. Contudo, em virtude da recomposi\u00e7\u00e3o das cadeiras da AAL, ocupa transitoriamente a Cadeira 51, conforme Resolu\u00e7\u00e3o n.\u00ba 01, de 12 de agosto de 2023 da AAL.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Cezar Negreiro nasceu no dia 25 de julho de 1964, na cidade de Itamb\u00e9, na regi\u00e3o do Vale do Rio Pardo, no Estado da Bahia. \u00c9 filho de An\u00e9zia Maria Oliveira e de Odilon Fernandes de Oliveira. Tem onze irm\u00e3os, a saber: Dom\u00edcio Rocha Fernandes, Ant\u00f4nio Rocha Fernandes, Dalva Rocha Fernandes, Dione de Oliveira Cruz, Gerlinde Fernandes de Oliveira, Hildete Rocha Fernandes, Josefina Fernandes Gusm\u00e3o, Juarez Rocha Fernandes, Maria Vit\u00f3ria Rocha, Odilon Fernandes de Oliveira Junior e Rivad\u00e1vio Fernandes. \u00c9 casado com Marle Soares de Oliveira, com a qual teve um filho, o Diego Soares, que lhe deu um neto, o J\u00falio C\u00e9sar Soares Ter\u00e1n.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Nos primeiros anos, freq\u00fcentou a Escola Cinderela para fazer o prim\u00e1rio e estudou nos col\u00e9gios Polivalente e no Gilberto Viana, da Ordem dos Vocacionistas, para cursar o ensino fundamental. Durante a juventude, militou no movimento secundarista e cultural de Vit\u00f3ria da Conquista, na regi\u00e3o sudeste da Bahia, mais tarde migrou para o Rio de Janeiro em busca de atuar no movimento cultural. Depois de uma passagem pela oficina de literatura do poeta portugu\u00eas Francisco greja, passou a atuar no movimento de poesia marginal da Cinel\u00e2ndia.<br>Assim que desembarcou no Acre, come\u00e7ou a estudar teologia num curso de extens\u00e3o da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica, do Rio de Janeiro (PUC\/RIO). A referida institui\u00e7\u00e3o mantinha parceria com a Diocese de Rio Branco. Infelizmente, teve que abandonar o curso no quinto per\u00edodo, para trabalhar como rep\u00f3rter do jornal seman\u00e1rio P\u00e1gina 20.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Ao retornar a sua terra natal, passou a trabalhar como colunista pol\u00edtico do seman\u00e1rio Tribuna de Conquista, na Bahia. Depois de uma breve passagem pela imprensa baiana, retornou ao Acre para se aventurar como rep\u00f3rter do jornal O Rio Branco, onde chegou a ser editor.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Em seguida, passou a atuar como assessor de comunica\u00e7\u00e3o do Sindicato dos Trabalhadores em Educa\u00e7\u00e3o do Acre (Sinteac). No per\u00edodo noturno, cursava licenciatura em filosofia pela Ufac. Atualmente, trabalha como rep\u00f3rter pol\u00edtico do jornal A Tribuna e como professor tempor\u00e1rio da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. O jornalista\/escritor \u00e9 autor da colet\u00e2nea de poesia marginal, A aurora; do livro \u00c0s mem\u00f3rias de Santo Ant\u00f4nio da Cruz, que trata do processo de catequiza\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas do aldeamento de Santo Ant\u00f4nio da Cruz, no Cachimbo, Estado da Bahia.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Em 2020, publicou o livro Terra: sonho, suor e sangue, que trata da luta pela posse da terra na regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Com o poeta portugu\u00eas Manuel Fonseca, publicou o livro em Portugal, Amaz\u00f4nia: prescri\u00e7\u00e3o de um crime, atrav\u00e9s da Editora belga, Orfeu. Mais recentemente, publicou o livro de fic\u00e7\u00e3o Marcas, que presta uma homenagem p\u00f3stuma ao poeta baiano Isaias de Oliveira, que morreu num asilo na cidade de Itamb\u00e9, sem publicar os seus escritos guardados num caderno.<br>O seu \u00faltimo trabalho foi A escola da vida, que retrata a sua experi\u00eancia como educador da rede p\u00fablica de ensino. Defende que a filosofia pode dar uma grande contribui\u00e7\u00e3o aos professores que trabalham nas escolas p\u00fablicas, ajudando&#8211;os a refletir melhor sobre desafios da educa\u00e7\u00e3o no contexto da \u201csociedade de controle\u201d.<br>Na obra, aponta que o grande desafio da doc\u00eancia \u00e9 conciliar a teoria pedag\u00f3gica com a pr\u00e1tica no \u00e2mbito do espa\u00e7o escolar, pois a escola p\u00fablica ficou ref\u00e9m do sistema neoliberal, fundamentado nos indicadores de aprova\u00e7\u00e3o, no uso das tecnologias, que n\u00e3o proporcionam aos estudantes meios de superar os desafios da vida.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Adelino Cezar Fernandes de Oliveira (conhecido por Cezar Negreiro) ingressou na Academia Acreana de Letras em 5 de novembro de 2022, atrav\u00e9s da Cadeira 37, que tem como patrono Osvaldo Cruz, membro fundador Herm\u00ednio Pessoa e antecessor Elzo Rodrigues da Silva. 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